domingo, outubro 29, 2006

AS PALAVRAS DOS OUTROS


NA PRAIA (de seda)
O tempo passa
e não passa um dia
em que eu não me imagine
levando-te, de seda larga
nos meus braços
olhos nos olhos
cortando o vento que sopra
na nossa praia...
que não só não existe
como também
nunca lá estivemos...
Contudo, eu sinto-a.
Ricardo Lino Frias

3 comentários:

Anónimo disse...

Fiquei surpreendido com a tua evolução, mas era algo que já antecipava há muitos anos. Fiquei surpreendido e envergonhado pela homenagem, também porque não sei como conheceste esse poema?!!
Não mereço essa homenagem, amigo Miguel, pois foste tu e o Luis os meus mestres, pois não fossem voçês, eu não saberia jogar à bola, escrever, ou tão pouco saberia que existe vida espiritual, e coisas belas como os Wham, ou a poesia.

Vou escrevendo

Grande, grande abraço
Ricardo

pandora disse...

Ninguém ensina aquele que não tem vontade de aprender. Obrigado pelas palavras. Um abraço.

lumadian disse...

Gostar de Wham é fácil, jogar à bola já se nasce, apenas se aperfeiçoa, a vida espiritual está dentro de cada um de nós, basta procurar bem no fundo. Quanto à poesia, ela escorre quando descobrimos a vida espiritual. Fiquei feliz por saber de ti novamente. Existem amizades que são para toda a vida.