
"As mulheres estão descobrindo que mulher é bom, coisa que os homens já sabem há séculos."
Chico Anísio
Porque na vida nem tudo é branco ou preto, bom ou mau, verdade ou mentira. Porque a vida não tem necessariamente de ser aquilo que parece, este é o meu espaço, onde guardo os meus sonhos e desilusões, resquícios de uma vida à espera de ser vivida.

Casar com um muçulmano "é meter-se num monte de sarilhos que nem Alá sabe onde é que acabam". Esta frase é da autoria do Cardeal Patriarca de Lisboa, D.José Polícarpo, durante uma tertúlia, no Casino da Figueira da Foz. "Cautela com os amores. Pensem duas vezes antes de casarem com um muçulmano, pensem muito seriamente, é meterem-se num monte de sarilhos que nem Alá sabe onde é que acabam".



O que pensa quando beija? Numa altura em que as pessoas parecem ter mais dificuldades em mostrar as suas emoções em público, quer seja com beijos, como com abraços ou simples enlaces de mão, alguns pesquisadores de uma Universidade do estado de Nova Iorque realizaram uma pesquisa publicada na revista científica Evolutionary Psychology, concluíndo que os homens pensam em sexo na altura do beijo, enquanto elas se perguntam no quão duradoura será a relação. Entre eles, a maioria chegaria mesmo a prescindir do beijo - que estúpidez, não? - desde que tivessem a garantia de ter relações sexuais com a sua parceira, enquanto apenas 15% das mulheres aceitaria abdicar do beijo. Aliás, segundo a pesquisa "as mulheres concebem o beijo mais como um veículo para criar vínculos", sendo que 70% dos homens continua disposto a ter sexo mesmo que a mulher não tenha jeito para beijar, ao contrário delas, que consideram que não saber beijar ou ter uma má dentição pode destruir um encontro ou uma relação. Já em relação ao tipo de beijo e, segundo os dados recolhidos, o popular "beijo francês" continua a merecer a preferência entre a maioria dos homens. E você, que tipo de beijo prefere e no que pensa quando beija?
É oficial. Segundo as palavras do Governador do Banco de Portugal e do Ministro da Economia, Portugal entrou - já não estava? - em recessão, prevendo-se um 2009 de crise. Um pouco à imagem do que se passa nos outros países, mesmo naqueles de forte poder económico, esperam-nos meses bastante conturbados, com o aumento do desemprego e o provável crescimento da criminalidade, a virem desmentir as previsões optimistas do Primeiro-Ministro e do seu orçamento de estado demagogo. É tempo do Zé Povinho continuar a apertar o cinto bem apertado, pois, ou muito me engano, ou muitas calças irão ainda parar ao chão.

Durante o roubo, ele entregou a um caixa do banco um pedaço de papel com a mensagem “dê-me o dinheiro rápido ou eu atiro”.
Depois de receber cerca de 400 dólares, o assaltante fugiu, deixando o pedaço de papel com a ameaça para trás.
Mas a mensagem havia sido escrita na parte de trás de parte do próprio talão de cheques do bandido.
Infante havia rasgado o talão em dois. A outra metade foi encontrada do lado de fora do banco - e continha o nome e o endereço do assaltante, tornando muito mais fácil o trabalho do FBI, a polícia federal americana, encarregada de capturá-lo.
O bandido foi preso na sua casa e admitiu o crime. Se condenado, ele pode apanhar 20 anos de prisão.
“É bastante incomum ver algo tão especialmente estúpido”, disse o porta-voz do FBI Ross Rice ao jornal Chicago Tribune. “Mas, de modo geral, vêem-se muitos roubos estranhos de bancos.”

Poucos dias faltam para o final de mais um ano. Quer queiramos quer não, é sempre um ano mais velho que ficamos, por mais jovem que seja o nosso espírito, uma folha a menos no livro da nossa história. Não desperdicem o vosso tempo em guerras que não levam a lado nenhum e nos consomem energia, alegria e porque não... anos de vida. O Natal é uma época que inspira sentimentos contrastantes, como a alegria e a tristeza, pelos entes queridos que não podem compartilhar desta quadra que se quer familiar. Talvez só os mais velhos ou os desiludidos se deixem abater com mais facilidade, com a lágrima pendente ao canto do olho, enquanto observam a alegria dos outros, as crianças pedindo aos pais tudo aquilo que vêem, os casais de namorados procurando abraços mais apertados na desculpa do frio, os pais olhando embevecidos os frágeis recém-nascidos..., invejando, sonhando por breves instantes que aquele sentimento tantas vezes ignorado ou considerado lamechas pelos mais novos faça parte das nossas vidas. Ninguém pode dizer que vive - por mais anos que tenha - se não tiver amado, um minuto que fosse dos seus dias. O tempo é cruel e ingrato, não pára, levando consigo oportunidades que não voltam mais. Depois... depois é tarde e nada mais ficam que recordações e um infindável reportório de "ses" sem resposta. Não espere por amanhã para ser feliz, para ter uma vida. Não espere pelo próximo Natal para dizer àqueles de quem mais gosta que os ama, o quanto eles são importantes para si. Viva a vida como uma chama acesa, brilhante, quente e não como a vela que se deixa consumir por ela.

Namoravam há mais de um ano. Ele era um excelente rapaz, com um futuro promissor; ela era bonita, inteligente e prendada. Gostavam muito um do outro e todos diziam que faziam o par ideal. Pensaram então em casar. Tanto os pais dele como os pais dela, como ainda os próprios amigos aplaudiram tão sensata decisão. Apenas uma nuvem no horizonte: a irmã mais nova dela. Com 20 anos, a rapariga adoptava poses provocantes na frente dele - chegava-se muito perto, abaixava-se quando usava mini-saia, estendia-se no sofá de modo insinuante... Um dia ela pediu-lhe para a ajudar a enviar os convites de casamento. Estava sozinha em casa quando ele chegou. Pouco depois, sussurrou-lhe que tinha pena que se fosse casar dentro em breve e confessou que se sentia atraída por ele, que tinha até desejos dele. Perguntou-lhe então se não queria fazer amor com ela antes de ficar para sempre "amarrado" à sua irmã. O rapaz ficou em estado de choque. Ela continuou, impávida, dizendo: Vou para o meu quarto. Se estás realmente interessado vem ter comigo. E dito isto, subiu as escadas. Quando chegou ao patamar, despiu as cuecas e atirou-as cá para baixo. O rapaz assistiu a toda a cena de boca aberta, incapaz de dizer uma palavra . Aquilo não podia estar a acontecer. Ficou paralisado durante alguns momentos. Depois dirigiu-se para a porta, abriu-a desajeitadamente e correu para o carro, que estava estacionado em frente de casa. Cá fora estava o seu sogro que, de lágrimas nos olhos o abraçou, dizendo: Estou muito feliz que tenhas resistido à tentação e passado neste pequeno teste. Desculpa, mas tinha que ser... Agora tenho a certeza de que és o marido ideal para a minha filha. Bem vindo, meu filho!