
"Sexo é como jogar bridge: se não se tem um bom parceiro o melhor é ter uma boa mão."
Woody Allen
Porque na vida nem tudo é branco ou preto, bom ou mau, verdade ou mentira. Porque a vida não tem necessariamente de ser aquilo que parece, este é o meu espaço, onde guardo os meus sonhos e desilusões, resquícios de uma vida à espera de ser vivida.
Já sabíamos que o Fado, estilo musical tão intímamente ligado ao sentimento português, estava a passar por um dos seus melhores momentos desde Amália Rodrigues ou Hermínia Silva. A consagração internacional de Marisa e o surgimento ou confirmação de valores como Ana Moura entre outros tem dado azo a um renascimento deste género musical, apreciado ou reconhecido mesmo pelas faixas etárias mais jovens. Pessoalmente, passei grande parte da minha infância a ouvir fado, muito fado, devido aos meus pais, grandes apreciadores desta música tão nossa. Talvez por isso, mas certamente não só, ainda hoje gosto de ouvir aqueles temas clássicos e outros mais actuais, nas vozes de grandes fadistas e não só, também de outros intérpretes de outros géneros que um dia arriscaram uma aventura pelo fado, como José Cid, Paulo Carvalho, Tony de Matos, Anabela, Dulce Pontes ou Fafá de Belém, entre tantos outros que se renderam aos seus encantos. De uma geração que parecia estar quase esquecida, Carlos do Carmo parece estar a passar por um renascer da sua longa e brilhante carreira, já que o seu "Fado da Saudade" venceu o prémio para melhor canção original da 22ª edição dos Prémios Goya, atribuido pela Academia Espanhola das Artes Cinematográficas. Para Carlos do Carmo, que sempre apreciei e admirei e para o Fado, os meus parabéns.
Esta última semana, aproveitando o horário das noites, vi Paranóia, um remake do clássico de Alfred Hitchcock, Janela Indiscreta. Shia LeBeouf, que pudemos ver recentemente em Transformers e brevemente no novo Indiana Jones, interpreta o voyeur, protagonizado por James Stewart no filme de 1954. Com uma história de contornos diferentes mas divergindo num objectivo similar, Kale (personagem de Shia) é um adolescente que após perder o pai vive traumatizado, chegando a agredir o seu professor de espanhol, o que o leva a ser condenado a prisão domiciliar. É-lhe então colocado um sensor no tornozelo, limitando o seu raio de acção a 30 metros a partir do seu quarto. Ao contrário do filme original, onde o mundo exterior ao quarto se limitava a uma janela, neste caso são várias as janelas à disposição do protagonista, que o levam a descobrir novas perspectivas sobre a sua vizinhança. Com Sarah Roemer no principal papel feminino (como antes Grace Kelly) e o conhecido David Morse como o vizinho misterioso, Paranóia não é um filme totalmente conseguido. Fica a sensação de que lhe falta aquela ténue linha que separa um filme agradável (mas não mais que isso), de um grande filme. Os momentos de maior tensão desvanecem-se rápidamente pelo desenrolar previsível da trama, como acontece com todos os remakes. Contudo, é um bom entretenimento, a justificar uns bons momentos de lazer.

“Pior que não ter onde cair morto, é não ter onde ficar em pé vivo.” Autor Desconhecido
“O primeiro sentimento de quem está de dieta é o de revolta. Dá vontade de acabar com tudo, a começar pelo que se tem no frigorífico.” Autor Desconhecido
“Viva cada dia como se fosse o último. Um dia você acerta.” Autor Desconhecido
“Uma mentira pode dar a volta ao mundo, enquanto a verdade ainda calça seus sapatos.” Mark Twain
“Triste não é mudar de ideias. Triste é não ter ideias para mudar.” Francis Bacon
“Tempo é dinheiro. Vamos, então, fazer a experiência de pagar as nossas dívidas com o tempo.” Barão de Itararé
“Sem dúvida, a maior invenção da humanidade foi a cerveja. Tudo bem, a roda também foi importante, mas garanto que ela não desce tão bem se acompanhada de uma pizza.” Dave Berry
“Se um dia sentir um enorme vazio dentro de si, vá comer! Pode ser fome.” Autor Desconhecido
“Se dinheiro falasse, o meu diria tchau.” Autor Desconhecido
“Sabe o que é a meia-idade? É a altura da vida em que o trabalho já não dá prazer, e o prazer começa a dar trabalho.” Autor Desconhecido
“Por maior que seja o buraco em que você se encontra, sorria, porque, por enquanto, ainda não há terra em cima.” Autor Desconhecido
“O casamento é o preço que os homens pagam pelo sexo; o sexo é o preço que as mulheres pagam pelo casamento.” Autor Desconhecido
“Nunca tenha medo de tentar algo novo. Lembre-se, os amadores construíram a arca. Profissionais construíram o Titanic.” Autor Desconhecido
“Nunca se ache demais, pois tudo o que é demais sobra, tudo o que sobra é resto e tudo o que é resto vai para o lixo.” Autor Desconhecido
“Ninguém jamais vencerá a guerra dos sexos: há muita confraternização entre os inimigos.” Henry Kissinger
“Há duas coisas infinitas: o Universo e a tolice dos homens.” Albert Einstein
“Fuja das tentações, mas devagar, para que elas te possam alcançar…” Autor Desconhecido
“Existem três tipos de pessoas, as que sabem contar e as que não sabem.” Autor Desconhecido
“Existem pessoas divertidas que não interessam e pessoas interessantes que não se divertem.” Benjamim Disraeli
“Eu não tenho medo da morte, apenas não quero estar lá quando acontecer.” Woody Allen
“Está comprovado que os doces não engordam, quem engorda é você!” Autor Desconhecido
“Época triste a nossa, é mais fácil quebrar um átomo do que o preconceito!” Albert Einstein
“Canela: Dispositivo para encontrar a mobília na escuridão.” Autor Desconhecido
“Arqueólogo: alguém cuja carreira está em ruínas.” Autor Desconhecido







Sei que poderei não agradar a algumas pessoas com esta postagem, mas a minha fé tem estado um pouco embaixo nestes últimos tempos, tornando-se difícil acreditar seja no que for, que não em nós mesmos. Fui surpreendido hoje com a notícia que o Governo russo, em mais uma demonstração inequívoca de que os tempos da ditadura não ficaram para trás com a Perestroika, proibiu toda e qualquer afirmação, insinuação ou demonstração seja de que natureza for, que dê a entender que o Pai Natal não existe, porque, segundo eles, isso iria desmentir os pais que contam essas histórias aos filhos. Prestes a entrarmos em 2008, custa-me e entristece-me que, com tantos problemas que devastam o mundo, ainda haja governos que gastem o seu tempo em combates estéreis contra moinhos de vento e fábulas de encantar. Acho óptimo que as crianças acreditem no Pai Natal, na fada dos dentes, na cegonha, mas proibir seja quem for de questionar ou opinar sobre algo é uma falta de respeito pelos nossos direitos e uma afronta à nossa própria inteligência. Será que já não nos chegava a religião com as suas verdades seculares que ninguém pode sequer ousar pôr em causa?