terça-feira, dezembro 26, 2006

EFEMÉRIDES DO DIA

1893 - Nasceu Mao Tse-Tung, antigo governante e político chinês.

1949 - Nasceu José Ramos Horta, prémio Nobel da Paz em 1996.

1982 - Pela primeira vez, o Homem do Ano para a revista Time, foi atribuído a um não-humano, o computador.
2004 - Um terramoto no Oceano Índico, seguido de tsunamis, provoca uma onda de destruíção nos países do sudeste asiático.
2006 - Dois anos após o tsunami que vitimou 230 mil pessoas na Indonésia, são as inundações a provocarem a morte de pelo menos 100 pessoas e o desaparecimento de cerca de 200, neste país asiático.
Também hoje, foi rejeitado o recurso que apelava contra a sentença de morte aplicada ao ex-ditador iraquiano Saddam Hussein, pelo que a morte por enforcamento deverá mesmo ocorrer dentro dos próximos 30 dias.
Isto tudo, num dia em que o Chelsea de Mourinho empatou surpreendentemente no seu terreno, frente ao modesto Reading, avolumando a desvantagem para 4 pontos em relação ao Manchester United de Ronaldo, que com mais 2 golos, leva já 10 nesta edição da Premier League.

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ROSTOS

domingo, dezembro 24, 2006

PENSAMENTO DO DIA


"Uma das coisas agradáveis sobre o Natal é que você pode fazer as pessoas esquecerem do passado com um presente." (Autor desconhecido)

ANJOS & DEMÓNIOS

EFEMÉRIDES


Em 1922 nasceu a belíssima actriz Ava Gardner.


Mais tarde, em 1971 nasceu o cantor latino Ricky Martin.


Entre nós, esta data ficou marcada pelo falecimento de uma das grandes figuras da história de Portugal, Vasco da Gama, em 1524.


E ontem fez anos o meu colega e amigo Lucas. Para ele, os mais sinceros votos de felicidade e um Feliz Natal para ele e para os seus.

O LADO B DA VIDA e o seu autor desejam a todos os seus amigos e famíliares em particular, e a todos em geral um santo e Feliz Natal, com muita saúde e na companhía daqueles que vos são mais próximos e especiais. UM FELIZ NATAL!

sábado, dezembro 23, 2006

FALTA MUITO POUCO...

O LADO B DO HOMEM-ARANHA

ALERTA DA PROTECÇÃO CÍVIL


A Protecção Cívil continua a alertar para o perigo do frio. Faça como nós e não saia do quentinho!

quinta-feira, dezembro 21, 2006

EMPLASTRO

EVASÕES

ÉPOCA DE ESPERANÇA


Ontem pensei banir o Natal e o final do ano do meu calendário psicológico, pois que, a exemplo do ano passado, alguém fez questão de espalhar sementes de tristeza em expectativas de uma felicidade que tem estado amordaçada à espera de se expandir. Tal como no ano passado, não será desta, pois que essa mesma pessoa que transformou o que tinha como uma festa bonita num dos piores momentos da minha vida não ficou satisfeita e não perdeu a oportunidade de continuar a destilar o seu ódio tão incompreensível como gratuíto em todos aqueles que a rodeiam, inclusive o próprio filho, a quem vai mais uma vez negar o direito à presença do pai, a exemplo do ano transacto. Aguardam-se agora os ventos fortes que hão-de proliferar dessas sementes, na dúvida de que eles possam ser benéficos seja para quem fôr. Isto tudo foi o que eu pensei escrever, ontem, movido por um desespero mudo e descontrolado, por umas mãos trémulas e a voz embargada num cálice amargo de angústia e impotência. Mas isso seria deixar-me enredar eu próprio pelas raízes desse ódio, no olho por olho sempre tão fértil em danos colaterais que acabam por atingir sempre aqueles que mais amamos. Não! Há muita gente a quem o infortúnio de uma morte de um ente querido os condena a dores incomensurávelmente maiores que a minha; pessoas impossibilitadas de presentear as esposas e os filhos, de alimentá-los decentemente, de dar-lhes um lar, sem um canto a que possam chamar seu. É neles que hoje penso, naqueles que vão passar o Natal ao frio, à fome, à míngua do calor de um abraço ou de uma palavra mais reconfortante, nos doentes, nos que foram pela família largados à sorte de um futuro que se esvai no frio intenso da solidão. É neles que eu penso, num conforto egoísta de quem mitiga as suas mágoas na dor alheia de quem está pior que nós, mas também nos outros, do simples "bom dia, como vai?", "um bom natal para si e para os seus!" ao vizinho, ao colega e até ao desconhecido que na rua cruza o olhar com o nosso. Penso nos amigos, nas crianças a quem um sorriso pode significar muito, penso na família, no irmão e na cunhada, na mãe e no meu sobrinho mais novo, a quem não tenho de contagiar com a minha tristeza e a minha raiva, por ainda haver quem não tenha um pingo de amor no coração.

segunda-feira, dezembro 18, 2006

sábado, dezembro 16, 2006

SOU O QUE SOU, TALVEZ NINGUÉM

Sou feio e que fazer? Talvez
se deixasse crescer o cabelo
me achassem lindo a valer.
Sou do culto do que é belo
da vida, do amor, céu e Terra,
paz, que não encontro em plena guerra,
onde o perfume do prazer e sedução
se rendem ao ódio, inveja e traição.
Noutro tempo, talvez, fosse feliz
no orgulho de ser... Homem com H.
Não me adapto, não me mato
apenas por ser o tal que é banal
duma normalidade anormal,
romântico e moralista
numa realidade amoral.
Talvez se rasgasse as calças
e espetasse um brinco na orelha...
mas não vou fazer cara de mau
arrotar, peidar, cuspir
só p'ra dar uma de bom.
Luto contra moínhos de vento
e não me vão encher de cerveja
só por ser de bom tom
ou fumar disto e daquilo
p'ra fingir que está tudo bem.
Está mau, está bera!
Um dia arranjo uma namorada
dessas d'agora que não valem nada
de brinco no nariz e ranço na cabeleira.
Vou fazer amigos à maneira
passar os dias em grandes grupos
só para parecermos muitos;
vou surgir nas discotecas
meia-noite às cinco, dormir até às quatro.
Quem sabe ficasse popular
se pulasse p'ró outro lado,
andar "passado" numa "nice"
quase a roçar o marginal,
ser In para não estar Out
virar o tal do bué baril
e enfim alguém... gostar de mim.
Quem sabe ficasse popular
Quem sabe... se eu quisesse
Quem sabe talvez não queira
ser mais do que sou
sem saber bem quem,
todos querem ser alguém
serei eu, talvez ninguém.

LUA


Se a lua fosse minha
seria sempre lua nua
aos olhos de qualquer poeta,
sempre de nuvens descoberta
cheia, brilhante e bela
como teus olhos de Cinderela;
mas é minha lua
triste e tímida
como a alma de quem te mira,
se sorris ri p'rá vida
se não, a morte espera.
Se a lua fosse minha
seria minha lua tua
num céu de estrelas cintilantes,
eu e ela tão distantes
tu e eu amantes dela;
fossem eternas certas noites
realizada seria a terna lua
nascida que foi para t'iluminar
como eu p'ra te amar.

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FAZ HOJE 11 ANOS...


... que consegui o 3º lugar no concurso de fotografia da Transtejo.